
O procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, contestou a informação durante a própria sessão. "Não, isso não procede. Não houve essa transferência. Não existiu retirada de recursos", respondeu.
Na sequência, Wilson questionou se a Procuradoria-Geral do Estado havia identificado vulnerabilidades nos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Francisco Lopes explicou que a PGE-MT não possui atribuição para fiscalizar os sistemas de tecnologia da informação das secretarias estaduais nem acesso às plataformas utilizadas pelos órgãos.
"Isso não é atribuição da PGE. A Procuradoria não tem acesso ao sistema Fiplan nem aos sistemas das secretarias. Não temos como apontar falhas em sistemas aos quais sequer temos acesso", afirmou.
Segundo o procurador-geral, a fiscalização sobre controles internos e segurança da informação compete aos órgãos responsáveis pela auditoria e controle interno do Estado.
A investigação sobre a tentativa de invasão está sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil.