Quarta, 30 de Setembro de 2026
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Coluna Anamaria: A arte e a humanização na saúde cardiovascular do Santa Rosa. Sob a condução do Dr. Cervantes Caporossi, Dr. Leandro Mandaloufas e do carinho de Eli Soares, hospital reforça o alerta do Setembro Vermelho com medicina de excelência e empatia

Coluna Anamaria Bianchini

30/09/2026 às 11h42
Por: Redação
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Coluna Anamaria: A arte e a humanização na saúde cardiovascular do Santa Rosa. Sob a condução do Dr. Cervantes Caporossi, Dr. Leandro Mandaloufas e do carinho de Eli Soares, hospital reforça o alerta do Setembro Vermelho com medicina de excelência e empatia

Doenças cardiovasculares podem permanecer silenciosas por anos
Acompanhamento preventivo ajuda a identificar riscos antes de eventos mais graves, segundo coordenador da linha de cardiologia do Hospital Santa Rosa Dr. Leandro Mandaloufas
As doenças cardiovasculares provocaram mais de 26 mil mortes em Mato Grosso entre 2021 e 2025, de acordo com o Ministério da Saúde. Somente em 2024, por exemplo, foram 5.565 óbitos, média de aproximadamente 15 por dia. Os números reforçam o alerta do Setembro Vermelho e do Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro.

O desafio é que parte das doenças do coração pode se desenvolver durante anos sem provocar sintomas claros. Pressão alta, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, excesso de peso, sedentarismo, idade e histórico familiar estão entre os principais fatores associados ao risco cardiovascular.

“Uma pessoa se sentir saudável não significa necessariamente que esteja livre de fatores de risco ou de doença cardiovascular. A avaliação preventiva é importante justamente para identificar esses problemas antes que apareçam sintomas ou eventos mais graves”, explica o coordenador da linha de cardiologia do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas.

Cuidado não começa apenas quando aparece a dor

A prevenção cardiovascular não significa realizar indiscriminadamente uma bateria de exames. A avaliação deve considerar o perfil, o histórico e os fatores de risco de cada pessoa. A partir disso, o médico pode definir se há necessidade de investigação complementar ou apenas acompanhamento periódico.

Segundo Mandaloufas, exames mais avançados e procedimentos invasivos são reservados aos casos em que há indicação clínica, como suspeita maior de doença, dúvidas após exames iniciais ou situações em que uma intervenção pode modificar o tratamento.

A alimentação também faz parte desse cuidado. O cardiologista orienta priorizar frutas, verduras, legumes, grãos integrais, feijões, castanhas, peixes e fontes de gorduras insaturadas, além de reduzir o consumo frequente de sal, açúcares adicionados, gorduras saturadas e ultraprocessados.

Atenção aos sinais

Dor ou pressão no peito, especialmente quando nova, intensa ou relacionada ao esforço, deve ser valorizada. Falta de ar inesperada, palpitações importantes, desmaios, cansaço desproporcional e desconforto com irradiação para braços, costas, pescoço ou mandíbula também merecem atenção.

Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, eventos cardiovasculares podem se apresentar de maneira menos típica, com sintomas como náusea, suor frio, falta de ar ou mal-estar. Diante de manifestações súbitas e importantes, a orientação é procurar atendimento médico rapidamente.

Da prevenção ao tratamento

Quando uma doença cardiovascular é identificada, o cuidado pode exigir diferentes profissionais e etapas. É nesse ponto que a organização em uma linha assistencial ajuda a reduzir a fragmentação entre consulta, exames, tratamento e acompanhamento.

Integrado ao renomado Grupo Santa — uma das maiores e mais respeitadas redes hospitalares do país —, o Hospital Santa Rosa reúne avaliação preventiva, Cardiologia Clínica, métodos diagnósticos, atendimento de urgência e emergência, Unidade Coronariana, Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Eletrofisiologia e Cirurgia Cardíaca. O fluxo é definido conforme a necessidade clínica de cada paciente.

A Hemodinâmica é a área especializada em procedimentos diagnósticos e terapêuticos minimamente invasivos para o tratamento das doenças cardiovasculares. Entre os principais procedimentos estão o cateterismo cardíaco e a angioplastia coronariana, que pode incluir o implante de stents para o tratamento de obstruções nas artérias do coração.

Também atua na Cardiologia Intervencionista Estrutural, realizando procedimentos para o tratamento de doenças das válvulas e de outras alterações estruturais do coração, como o implante transcateter de válvula aórtica (TAVI).

Um paciente que chega com dor no peito, por exemplo, passa inicialmente por avaliação e exames para definição do risco. Se houver indicação de intervenção, pode ser encaminhado à Hemodinâmica; casos cirúrgicos podem envolver a Cirurgia Cardíaca e alterações do ritmo cardíaco podem demandar avaliação da Eletrofisiologia. Após o tratamento, o acompanhamento continua durante a internação e posteriormente de forma ambulatorial.

“A principal mudança é oferecer ao paciente uma jornada mais integrada e organizada dentro da Cardiologia. A proposta é que ele tenha acesso, de forma coordenada, à prevenção, avaliação, diagnóstico, tratamento e acompanhamento”, afirma Mandaloufas.

Para o cardiologista, a principal mensagem do Setembro Vermelho é antecipar esse cuidado.

“A principal orientação é não esperar um sintoma aparecer para começar a cuidar do coração. Quem tem fatores de risco deve procurar uma avaliação cardiovascular, conhecer seu risco individual e estabelecer um plano de prevenção e acompanhamento”, conclui.

Arte para falar de saúde

A campanha do Setembro Vermelho também ganha uma abordagem artística com a participação do artista brasiliense Toys, convidado pelo Grupo Santa para criar um coração pulsante como elemento da comunicação sobre saúde cardiovascular.

O coração humano já faz parte do universo visual do artista e, na obra desenvolvida para a campanha, foi usado para transmitir conceitos como energia, força, vitalidade e saúde.

“A ideia foi trazer um ícone que já aparece nos meus desenhos: o coração humano. Quero que esse elemento transmite energia e força, características marcantes de uma vida saudável”, explica Toys.

No Hospital Santa Rosa, a identidade visual desenvolvida pelo artista estará presente em peças digitais da campanha “Se é de coração, é Santa Rosa”, veiculadas nas redes sociais e nos canais institucionais da unidade. A programação também inclui a ação “Cartas de Coração”, que convida pacientes a escrever mensagens para colaboradores e médicos que participaram de suas jornadas de cuidado. As cartas serão entregues aos profissionais como forma de valorizar os vínculos construídos entre pacientes e equipes do hospital.

O processo criativo da campanha também será apresentado nas plataformas digitais. Para Toys, aproximar arte e saúde é uma forma de despertar emoções e ampliar a mensagem de conscientização. “A arte tem um papel fundamental nas emoções e nos sentimentos. Ela pode inspirar, motivar e levar esperança e cor às pessoas”, afirma.

Muito além da tecnologia: gratidão e acolhimento

Falar da excelência do Hospital Santa Rosa não é apenas citar números, estatísticas ou a robustez de integrar o Grupo Santa. Trata-se de reconhecer a essência de uma instituição sob a liderança do cirurgião e diretor-geral Dr. Cervantes Caporossi, um nome de valor inestimável para a medicina mato-grossense. Sob a sua condução, o hospital une a mais alta tecnologia médica a algo que dinheiro nenhum compra: afetividade, aconchego e empatia genuína com cada paciente e sua família.

Tenho propriedade, lugar de fala , e a voz do coração para afirmar que o Hospital Santa Rosa é, indiscutivelmente, o melhor de Mato Grosso. Digo isso tomada de gratidão. Em abril deste ano, minha mãe, Helena, foi submetida ao procedimento de TAVI pelas mãos habilidosas do Dr. Leandro Mandaloufas — diretor de Hemodinâmica e coordenador da linha de cardiologia da casa — e de sua impecável equipe médica. Foi aquele gesto cirúrgico e humano que deu a ela uma vida nova.

Nesta semana, minha mãe esteve novamente internada. Aos 87 anos, pequenos cuidados demandam atenção e tornam-se uma rotina "normal". E, em cada um desses momentos, o meu coração de filha encontra sossego e paz. Agradeço profundamente à gestora Eli Soares, cuja dedicação, olhar atento e carinho conosco fazem toda a diferença. O empenho da Eli e de toda a equipe me dá a certeza absoluta de que minha mãe está nas melhores mãos e sob os cuidados dos mais qualificados profissionais do nosso Estado. 
Ao Dr. Cervantes, ao Dr. Leandro Mandaloufas, à querida Eli e a todos do Santa Rosa, o meu eterno muito obrigada.

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